A Zona Azul da COP30 voltou a receber delegados nesta sexta-feira (21), ainda no início da manhã, depois do incêndio que interrompeu as atividades na quinta-feira. As primeiras sessões começaram por volta das 9h, em salas que permanecem seguras, enquanto a área afetada pelos danos segue isolada até o encerramento da conferência.
Incêndio altera ritmo das negociações
O presidente da COP30, embaixador André Corrêa do Lago, explicou que o imprevisto vai impactar o cronograma e que o evento provavelmente se estenderá além do previsto.
“Vamos ver até quando dura. Você sabe que as COPs, em geral, duram mais do que o previsto. Estávamos querendo adiantar, mas vamos ver como fazer”, afirmou à TV Brasil, da EBC.
Busca por resultados sólidos
Mesmo com a interrupção, o foco continua em garantir avanços reais na agenda climática mundial. Corrêa do Lago reforçou que a prioridade é consolidar decisões que influenciem diretamente os esforços para limitar o aquecimento da Terra a 1,5°C.
Negociações globais sob pressão
O episódio do incêndio evidenciou a importância de logística segura, mas não freou a determinação dos delegados em discutir políticas estratégicas para mitigar os efeitos das mudanças climáticas. A busca por consenso envolve temas complexos e exige diálogo intenso entre líderes, especialistas e ativistas de todo o mundo.
Prorrogação esperada e impactos positivos
A extensão do evento não surpreende os participantes, já que é comum nas conferências do clima que os debates ultrapassem o cronograma inicial. O que realmente importa, segundo Corrêa do Lago, é que essas negociações resultem em medidas concretas, capazes de gerar impactos positivos para a vida das pessoas e para o planeta.



