Quem dirige no Brasil já percebeu: papel ficou para trás. Em 2026, cair numa blitz sem CNH digital ou CRLV-e pode custar caro — e não é exagero. Os dois documentos eletrônicos têm o mesmo valor legal das versões impressas, mas precisam estar acessíveis, atualizados e legíveis no celular. Sem isso, a multa vem.
CNH digital e CRLV-e: o básico que salva o dia
Os documentos ficam no aplicativo oficial Carteira Digital de Trânsito (CDT). A CNH digital traz foto, categoria e validade; o CRLV-e mostra placa, chassi e licenciamento. Ambos usam QR Code para conferência rápida. Funciona bem — quando o app abre.
Valem mesmo na blitz? Sim, mas atenção
Em qualquer abordagem, o agente pode pedir os documentos no celular. Se a tela estiver trincada, o QR Code ilegível, o app travar ou o aparelho estiver sem bateria, vale como não apresentado. Aí a infração pode ir de leve a grave, com valores que passam fácil dos R$ 800, além de transtorno na hora.
Como evitar a multa sem dor de cabeça
Alguns cuidados simples fazem toda a diferença:
- Baixe os documentos no app e teste o acesso offline;
- Mantenha o celular carregado antes de sair;
- Atualize CNH e licenciamento sempre que renovar;
- Use senha ou biometria para proteger os dados;
- Evite brilho excessivo que atrapalhe a leitura do QR Code.
Praticidade que exige responsabilidade
A tecnologia agiliza a fiscalização e a vida do motorista, mas cobra atenção. Em 2026, documento “no celular” não é desculpa — é obrigação. Melhor conferir agora do que discutir na blitz depois.



