O governo venezuelano respondeu oficialmente ao ultimato do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, direcionado a Cuba. Em nota, Caracas criticou a pressão americana e reafirmou o compromisso com a soberania nacional e a autodeterminação nos assuntos internacionais.
Segundo o comunicado, qualquer tentativa externa de interferir nas decisões políticas da Venezuela ou de seus aliados constitui uma violação do direito internacional. O governo destacou que mantém relações diplomáticas e comerciais baseadas em princípios de respeito mútuo, rejeitando imposições externas.
A reação venezuelana acontece em meio a tensões crescentes entre os Estados Unidos e países latino-americanos considerados estratégicos para a política externa americana. A nota enfatiza que Caracas busca preservar sua autonomia, mantendo diálogo com parceiros regionais e globais sem ceder a pressões externas.
Autoridades venezuelanas também reforçaram que a postura do governo não é apenas uma resposta ao ultimato, mas um posicionamento contínuo de defesa da independência política e econômica, destacando a importância da autodeterminação para o equilíbrio regional.
O contexto envolve ainda a atenção internacional sobre a presença americana na região e ações recentes que incluem sanções, movimentos diplomáticos e alertas de segurança. A Venezuela reafirma que tais medidas não intimidam o país, que pretende conduzir suas relações internacionais conforme suas próprias políticas e interesses.
Enquanto a situação evolui, analistas internacionais observam que o episódio reforça o histórico de divergências entre Washington e Caracas, e evidencia a prioridade do governo venezuelano em preservar sua soberania frente a pressões externas.



